sexta-feira, 19 de junho de 2009

HTPC 22 A 24 DE JUNHO 2009

Síntese do trabalho
Tema: Preservação do folclore nacional
Objetivo: Socializar os alunos; promover a integração entre alunos e professores; conhecer a história das festas juninas e os elementos que a compõem; desenvolver o interesse e o gosto pela tradição Como chegar lá: Reunião com os representantes de classe para falar sobre a festa junina. Expor a idéia e peça a colaboração de todos os alunos. Estimular a opinar sobre o projeto e aceitar as sugestões. Isso valoriza a participação deles. Levar livros e outros materiais sobre o assunto para a sala de aula como forma de apresentar costumes e tradições.
"Dicas para organizar uma festa junina educativa" no site da uol e, caso vocês não tenham visto, fica a dica. Segue o texto que é direcionado do site da Uol para o Educar para Crescer."Pé de moleque, canjica, curau, pamonha, bolo de milho, quentão, bandeirinhas, fogueira, chapéu de palha, sanfona e arraiá. Sim, estamos falando de festa junina. Todo mês de junho é assim: tiramos do armário as camisas xadrez e os vestidos de chita, pintamos sardinhas nas meninas e bigodinhos nos meninos e vamos satisfeitos para a festa na escola, pensando em todos os quitutes deliciosos que nos aguardam.Esquecemos o principal: o significado da festa. Você conhece as origens das festas juninas? Sabe por que comemos tantas iguarias de milho e de onde vêm as danças? E o colégio do seu filho, aproveita as festas juninas para preencher buracos na grade horária e engordar o caixa ou utiliza os festejos para ensinar alguma coisa para os alunos?Embora seja uma tradição consagrada e rica da cultura popular, muitas escolas organizam festas de São João, Santo Antonio e São Pedro que pouco, ou nada, contribuem para a aprendizagem dos alunos. O Educar Para Crescer consultou alguns pedagogos e um antropólogo e elencou algumas dicas para garantir que a sua festa junina seja uma verdadeira aula.1. Procurar o sentido original da festaQual a origem da festa junina? Descobrir isso pode ser o primeiro passo para a contextualização da festa. E é importante motivar os alunos a buscarem esta resposta. Saber que a tradição vem dos festejos de agradecimento aos santos pela colheita do meio do ano e que, por isso, a maioria dos quitutes é feita de milho, por exemplo, pode despertar neles o interesse pela história. "É necessário recuperar o porquê da tradição da quadrilha, das comidas, da fogueira, para que a festa junina não vire uma mera caricatura do mundo da roça", diz o antropólogo Jadir de Morais Pessoa, professor titular da Universidade Federal de Goiás, especialista em folclore.2. Descaricaturizar o homem do campoHomem do campo não é Jeca Tatu. É importante apresentar o campo de uma nova maneira. Tirar o olhar de deboche sobre o caipira, manifesto muitas vezes pelas roupas exageradas ou por posturas imbecilizadas. "Trazer uma pessoa da roça para contar dos saberes, descaricaturizar o homem rural. Festejá-lo como sujeito portador de saberes", indica o antropólogo Jadir de Moraes.3. Resgatar as manifestações culturaisUm dos elementos mais importantes das festas juninas são as danças e as músicas populares. Muitas escolas contratam profissionais especializados em cultura popular para valorizar e aprofundar esse universo e desenvolver com os alunos as danças e as canções típicas. Elas não se limitam a contratar sanfoneiros e conjuntos para meras apresentações, fazem mais: colocam os alunos para dançar e até para criar as músicas. "No colégio Vera Cruz, trabalhamos há 10 anos danças típicas de todo o Brasil. As crianças de 5 anos apresentam a "Congada", dança de Minas Gerais; as de 6 anos dançam o "Bumba meu Boi", do Maranhão; e as de 7 anos fazem a tradicional quadrilha", conta Elizabeth Menezes, professora de educação corporal do colégio Vera Cruz.A festa junina pode ser ótima oportunidade também para apresentar novos instrumentos musicais para as crianças.No Vera Cruz, a professora traz instrumentos folclóricos como a caixa do Divino Espírito Santo, a matraca, os gungas e os chocalhos. "O mais lindo é ver o quanto os alunos aprendem. Esse ano um aluno criou uma música que nós vamos utilizar na dança: "Um triângulo, dois quadrados, céu e terra, sol e chuva formam o planeta terra de todo mundo", emociona-se a professora, cantando a canção do aluno Theo Vendramini Sampaio.4. Envolver os estudantes no assuntoComo motivar os estudantes e trazê-los para o projeto? A escola Viva, de São Paulo, utilizou, neste ano, um recurso muito simples: fixou painéis por toda a escola. Os cartazes, confeccionados pelos próprios alunos, traziam curiosidades e atraiam a atenção para o evento. "Foi uma maneira de despertar a atenção nos mais novos. Os painéis traziam informações do tipo: você sabe por que tem fogueira na festa junina? Além disso, traziam fotos dos professores em festas juninas, quando crianças. A brincadeira era adivinhar quem era o professor",
5. Trazer os alunos para a preparação da festaAs festas juninas escolares devem ser feitas por e para os alunos. O objetivo é estimular o senso de autonomia e de cooperação, reforçando a importância do trabalho comunitário na escola. Para isso, é importante envolver os estudantes em todo o processo, desde a confecção dos estandartes e bandeirinhas à organização das brincadeiras. "Todos os alunos estão envolvidos na organização da festa. Mas alguns têm responsabilidades maiores. Eles coordenam os preparativos, fazem reuniões com a diretoria, apresentam relatórios e tem autonomia para decidir", afirma Wanilda Tieppo, assistente de direção da escola da Vila."
Marcadores: Educação no Brasil, ensinar, escola, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, motivação, Plano de Aula, sala de aula

FRANCIS PROFº COORDENADOR DESDE 2002 ,FORMADO EM BIOLOGIA PELA UNIMEP- PIRACICABA,TRABALHA A 20 ANOS NA REDE ESTADUAL E PARTICULAR.

ÁGUA É VIDA PRESERVE.

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quinta-feira, 18 de junho de 2009

ATINGINDO OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

HTPC de 01 a 05 de junho de 2009.

ATINGINDO OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Os mecanismos para atingir objetivos de aprendizagem podem ser organizados de três modos:

Competitivamente: alunos competem uns com os outros para descobrir que é o melhor ou mais rápido na conquista de um objetivo que apenas um ou poucos podem alcançar.
Individualmente: alunos trabalham sozinhos para alcançar objetivos sem relação com os outros.
Cooperativamente: alunos trabalham em conjunto para alcançar o mesmo objetivo.
Os mecanismos competitivos, individualistas ou cooperativos têm todos eles um papel na conquista de objetivos de aprendizagem. O ideal é que cada aluno aprenda como competir, trabalhar individualmente e em equipe.

FORMANDO GRUPOS OU PARES DE COOPERAÇÃO

Estudantes do século XXI são encorajados a alcançar seus objetivos de aprendizagem por meio de um trabalho de cooperação nas salas de aula. Cooperação envolve trabalho em equipe – trabalhar com uma ou mais pessoas para estabelecer objetivos e completar tarefas. Pesquisas indicam que a cooperação propicia oportunidades para que os alunos tenham maior sucesso acadêmico no sentido de que façam perguntas, discutam idéias, explorem soluções, esclareçam seu próprio pensamento e desenvolvam uma compreensão mais aprofundada do contexto. Da mesma forma, habilidades sociais, tais como saber ouvir e falar, compartilhar idéias, ajudar os outros e aceitar ajuda de outros quando necessário, podem ser adquiridas por meio de cooperação.

Grupos de cooperação ou pares podem ser formados da seguinte maneira:

- pelos próprios alunos com base na amizade ou interesses;
- por designação aleatória;
- pelo professor.
A orientação mais indicada aos professores é para que designem pares de estudantes que fiquem juntos durante todas as atividades de uma unidade, com o objetivo de um aprender com o outro. Esforços para separar pares que não estejam trabalhando bem são frequentemente improdutivos. Modificar pares durante uma unidade não é recomendado, pois nega ao aluno a oportunidade de aprender as habilidades necessárias para resolver problemas por meio da cooperação.

MEDIANDO A COOPERAÇÃO

A cooperação pode não vir naturalmente para os alunos e pode requerer motivação, instrução direta e tempo de prática. Por exemplo, formas de trabalhar em equipe devem ser discutidas, incluindo respeitar a vez do outro, ouvir quando outros estão falando e ser responsável pelo próprio aprendizado.


Quando os alunos estão interagindo e trabalhando em conjunto, o professor deve garantir que:
- todos os membros do grupo participem e sintam-se incluídos;
- todos os membros do grupo concordem a respeito dos objetivos e dos planos para criar um produto;
- todos os membros do grupo trabalhem em suas atribuições para completar seu produto;
- todos os membros do grupo revisem seu trabalho juntos para ver se podem melhorá-lo;
- todos os membros do grupo falem a respeito do trabalho e se ajudem ao longo do processo;

Obs.: quando os alunos trabalham em grupo, conflitos podem surgir.

Questão: Os mecanismos de aprendizagem podem ser organizados em três modos: competitivamente, individualmente, cooperativamente. Quais seriam as vantagens e desvantagens de cada forma de alcançar objetivos de aprendizagem? Você tem uma maneira preferida para alcançar seus objetivos de aprendizagem? Por quê?

HOWARD GARDNER E AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS

HTPC 18/05/2009

Desde a última década, um número crescente de educadores tem adotado a teoria de inteligências múltiplas de Howard Gardner. As inteligências lógico/matemática e lingüística – as duas maneiras de pensar mais valorizadas na escola – são apenas duas das oito inteligências descritas por Gardner. De acordo com a pesquisa biológica e cultural de Gardner, as outras seis inteligências são: espacial, musical, corporal-cinestésica, interpessoal e naturalista.

Lógico-Matemática
Habilidade de detectar padrões, deduzir e pensar logicamente. Essa inteligência é frequentemente ligada ao pensamento científico e matemático.

Linguistica
Domínio da língua. Esta inteligência inclui a habilidade de expressão retórica e poética através da manipulação eficaz da linguagem. Também permite utilizar a língua como forma de recordar informações.

Espacial
Habilidade de manipular e criar imagens mentais a fim de resolver problemas. Esta inteligência não está limitada ao domínio visual.

Musical
Capacidade de reconhecer e compor tonalidades, afinações e ritmos.

Corporal-cinestésica
Habilidade de usar as capacidades mentais para coordenar movimentos físicos. Essa inteligência questiona a crença popular de que as atividades mental e física não estão relacionadas. (ERIC, 1996, p.2).

Intrapessoal
Capacidade de notar distinções entre os outros, em particular contrastes de humor, temperamentos, motivações e intenções (Gardner, 1993, p. 42).

Interpessoal
Acesso aos sentimentos, habilidade de expor uma gama de emoções. Capacidade de discriminar emoções e eventualmente utilizá-las para compreender e orientar o próprio comportamento (Gardner, 1993, p. 44).

Naturalista
Habilidade no reconhecimento e classificação de plantas e animais. As mesmas habilidades de observação, coleta e classificação também podem ser aplicadas no ambiente “humano” (Campbell, 2003, p. 84).
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: GARDNER, H. (1993). MULTIPLE INTELLIGENCES: THE THEORY IN PRACTICE. NEW YORK: HARPER COLLINS.

QUESTÃO: AS OITO INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS DE GARDNER, SÃO CITADAS COMO AS MAIS IMPORTANTES DE SUA PESQUISA BIOLÓGICA E CULTURAL. DENTRE ELAS, ESTÃO AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS LÓGICO/MATEMÁTICA E LINGUISTICA, DUAS MANEIRAS DE PENSAR MAIS VALORIZADAS DA ESCOLA. PARTINDO DESSA AFIRMAÇÃO, COMENTE AS DIFICULDADES ENCONTRADAS PARA DESENVOLVER ESSAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS COM OS SEUS ALUNOS.

ACEITANDO MUDANÇAS

Mudanças são um fenômeno natural, goste você delas ou não. Independentemente do que são desejadas ser, elas rompem o estado normal dos acontecimentos. Esse rompimento é um elemento essencial para o crescimento. Olhe o quadro abaixo. Pense sobre os vários estágios da mudança.

Estágio de Mudança
Descrição do Estágio
Percepção
As pessoas tiveram contato com a mudança. Elas sabem sobre o fato superficialmente, sem muitos detalhes.
As pessoas devem aprender sobre as mudanças antes de aceitá-las
Preparação
As pessoas estão muito envolvidas na decisão e delineamento das mudanças em si e dos novos comportamentos que serão necessários.
Implementação
As mudanças são postas em prática.
Adoção
Depois de vivenciar as mudanças, as pessoas as adotam e estão capacitadas o suficiente nos novos comportamentos para não necessitar de acompanhamento devido à rotina.
As pessoas aceitam e se comprometem com as mudanças.

Questão 1: Na atual Educação, estamos passando por um processo de constantes Mudanças. As pessoas precisam aprender sobre as Mudanças antes de aceitá-las?
Questão 2: Quais Mudanças na Educação você está de acordo e quais Mudanças você não aceita?