segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Multiplicando os Conhecimentos para a Gestão das Águas

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE ENSINO DO INTERIOR DIRETORIA DE ENSINO DE AMERICANA
E.E. PROFª DORTI ZAMBELLO CALIL
Av. Dr. Ernesto Sprógis ,1261 – Bela Vista -
Fone (019) 3466-2981. Fax (019) 3466-2324 – CEP. 13.460.000
- Nova Odessa – SP E-mail e039810a@see.sp.gov.br
www.eedorti.blogspot.com

FORMULÁRIO 1: Pré-Projeto

Projeto: “Multiplicando os conhecimentos para a Gestão das Águas- Educação Ambiental para a gestão dos recursos hídricos” FEHIDRO

1 - MUNICÍPIO: Nova Odessa

2 - NOME COMPLETO (AGENTES MULTIPLICADORES): Francis Daniel Cones

3 - TÍTULO DO PROJETO Escola Dorti no Reuso da Água da Chuva

4 - INTRODUÇÃO

O alto consumo de água, a falta de conscientização das pessoas e o uso indiscriminado de recursos naturais aumentam a preocupação com a escassez de água em todo planeta. O Projeto da Escola Dorti sustentável com água da chuva, visa construir um coletor de água da chuva e tem como proposta, informar a população local de como armazenar a água e como utilizá-la. Isso é possível com poucos materiais de baixo custo. A conscientização será feita com temas abordados em sala de aula, por meio de pesquisas, ações visando à conservação e uso racional da água. O professor irá identificar a realidade por meio de pesquisa e estudo disponibilizando o planejamento coletivo a partir da realidade colocando em ações práticas, o conteúdo articulado e significativo para todos, de maneira mais atraente, mais eficiente e mais prazerosa.

5 – OBJETIVOS

Implantar o experimento de coleta, armazenamento e aproveitamento de água da chuva, com a construção de um coletor de forma a armazenar água durante o período de chuvas. Ela será utilizada na horta e no pomar. Difundir conhecimentos e envolver os alunos da escola, funcionários, professores, gestores e comunidade.

6 – METODOLOGIA

Para o desenvolvimento deste projeto será elaborado um cronograma com a finalidade de facilitar o total cumprimento de quatro etapas e de atividades. A primeira etapa acontece com a escolha do local para instalação do coletor. A segunda empenhar em adquirir os materiais utilizados na instalação. A terceira desenvolver atividades com os alunos sobre a importância da preservação da água, de coletar água da chuva com sua aplicação na horta e pomar e a quarta discutir técnicas de plantio, o que plantar no pomar e na horta. Com os dados coletados, parte-se para a execução do projeto.

7 - MATERIAIS UTILIZADOS

1 – Vídeo sobre Educação Ambiental voltada a Gestão dos Recursos Hídricos – TV Escola – Ministério da Educação (1996) Consórcio PCJ Duração 25minutos
2 – Jogo - O Lamba na preservação dos recursos hídricos (E.F.)
3 – Jogo: O Ciclo da Água (E.M.) Atividade em grupo.
4- MATERIAIS- 2 caixas de 1 mil litros, 6 metros de cano 100 mm, 20 metros de mangueira de ¾, 40 mudas frutíferas, mudas de verduras, mudas de arvores nativas, adubo orgânico, torneira e regadores.

8 - CRONOGRAMA FÍSICO:

As atividades serão desenvolvidas no decorrer do segundo semestre de 2010. Considerando as principais atividades em cada objetivo específico, buscaremos junto ao comércio, parcerias para o desenvolvimento, etapa por etapa do projeto, após levantamento detalhado de todos os materiais utilizados, parceria com coordenadoria meio ambiente, doação de mudas com orientação técnica de plantio e cultivo

9 - RESULTADOS ESPERADOS

Aproveitamento do projeto para despertar a sensibilização e conscientização sobre o uso da água. Ampliar o nível de conhecimento e motivar a comunidade escolar para o uso sustentável dos recursos naturais, em especial a água coletada da chuva. Assegurar o compromisso dos envolvidos no projeto com a proposta de gerenciamento integrado dos recursos hídricos.

10 – RELAÇÃO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO:

“ESCOLA DORTI NO REUSO DA AGUA DA CHUVA”

Escola: “E.E.Profª Dorti Zambello Calil”
Bairro: Bela Vista Município: Nova Odessa
Diretora - Jacqueline Kühl
Vice-diretora - Roseli Maria Nacarato
Professor Coordenador do Ensino Fundamental - Gedalva Tenório de Campos
Professor Coordenador do Ensino Médio - Francis Daniel Cones
Ensino Médio: 3ª série B
Professor: Osmar Azol Fernandes (Biologia);

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Parabéns Professores! 15/10/2010

Parabéns Professores!

"Se não morre aquele que escreve um livro ou planta uma arvore, com mais razão, não morre o educador, que semeia vida e escreve na alma”. Jean Piaget




domingo, 10 de outubro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

UPA - UNICAMP DE PORTAS ABERTAS - PARA 3º ANO DO ENSINO MÉDIO


NO DIA 11 DE SETEMBRO,SÁBADO , OS ALUNOS DO 3ºANOS DO ENSINO MÉDIO IRÃO VISITAR A UNICAMP DE PORTAS ABERTAS , ACOMPANHADOS PELOS PROFESSORES,FÁBIO,MELISSA,CLÁUDIA, MARIA LÚCIA E ANA MARIA.




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Inscrições Acessa Escola


Estão abertas as inscrições para o Acessa Escola a partir do dia 23/08/2010 até 08/09/2010 (16h), taxa de R$ 12,00.
Maiores informações no site da Fundap - http://www.fundap.sp.gov.br/


Faça estágio remunerado na sala de informática da sua escola

O que é preciso:

• Ser aluno da própria escola, cursando o

1ºou o 2ºano do ensino médio regular

• Ter 16 anos completos na data de assinatura

do Termo de Compromisso do Estágio

• Ter CPF próprio (providencie o seu em uma agência

do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal)

Condição do estágio:

• 4 horas diárias

(5 dias da semana, fora do seu horário de aula)

Consulte o site da Fundap para:

• Obter informações sobre o edital

(período de inscrição, data da prova etc.);

• Preencher o formulário de inscrição;

• Verificar se a sua escola está participando da seleção pública.

INSCRIÇÃO SOMENTE PELA INTERNET

www.fundap.sp.gov.br

domingo, 29 de agosto de 2010

"SEMANA DA PÁTRIA -7 DE SETEMBRO"







TRAJES REAIS E IMPERIAIS




Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores.
A moderna historiografia em História do Brasil remete o início do processo de independência àTransferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.
Em 7 de Setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal.
Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na Capital.
À semelhança do processo de independência de outros países latino-americanos, o de independência do Brasil preservou o status quo das elites agroexportadoras, que conservaram e ampliaram os seus privilégios políticos, econômicos e sociais.
Ao contrário do ideário do Iluminismo, e do que desejava, por exemplo, José Bonifácio de Andrada e Silva, aescravidão foi mantida, assim como os latifúndios, a produção de gêneros primários voltada para a exportação e o modelo de governo monárquico.
Para ser reconhecido oficialmente, o Brasil negociou com a Grã-Bretanha e aceitou pagar indenizações de 2 milhões de libras esterlinas a Portugal. A Grã-Bretanha saiu lucrando, tendo início o endividamento externo do Brasil. Quando D. João VI retornou a Lisboa, por ordem das Cortes, levou todo o dinheiro que podia — calcula-se que 50 milhões de cruzados, apesar de ter deixado no Brasil a sua prataria e a enorme biblioteca, com obras raras que compõem hoje o acervo da Biblioteca Nacional. Em conseqüência da leva deste dinheiro para Portugal, o Banco do Brasil, fundado por D. João ainda 1808, veio a falir em 1829.
O Hino da Independência é um dos símbolos oficiais da República Federativa do Brasil. Sua letra foi composta por Evaristo da Veiga e a música é de Dom Pedro I.
Segundo diz a tradição, a música foi composta pelo Imperador às quatro horas da tarde do mesmo dia do Grito do Ipiranga, 7 de setembro de 1822, quando já estava de volta a São Paulo vindo de Santos.[1] Este hino de início foi adotado como Hino Nacional, mas quando D. Pedro começou a perder popularidade, processo que culminou em sua abdicação, o hino, fortemente associado à sua figura, igualmente passou a ser também desprestigiado,[2] sendo substituído pela melodia do atualHino Nacional, que já existia desde o mesmo ano de 1822.
As estrofes 3, 4, 5, 6, 8 e 10 não se encontram na versão mais famosa e compacta do Hino. As estrofes completas do Hino da Independência são:
1
Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a Mãe gentil;
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil
Já raiou a Liberdade
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil

Refrão:
Brava Gente Brasileira
Longe vá, temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

2
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve Mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil.
Houve Mão mais poderosa
Houve Mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.

(Refrão)

3
O Real Herdeiro Augusto
Conhecendo o engano vil,
Em despeito dos Tiranos
Quis ficar no seu Brasil.
Em despeito dos Tiranos
Em despeito dos Tiranos
Quis ficar no seu Brasil.
(Refrão)

4
Ressoavam sombras tristes
Da cruel Guerra Civil,
Mas fugirão apressadas
Vendo o Anjo do Brasil.
Mas fugirão apressadas
Mas fugirão apressadas
Vendo o Anjo do Brasil.
(Refrão)

5
Mal soou na serra ao longe
Nosso grito varonil;
Nos imensos ombros logo
A cabeça ergue o Brasil.
Nos imensos ombros logo
Nos imensos ombros logo
A cabeça ergue o Brasil.
(Refrão)

6
Filhos clama, caros filhos,
E depois de afrontas mil,
Que a vingar a negra injúria
Vem chamar-vos o Brasil.
Que a vingar a negra injúria
Que a vingar a negra injúria
Vem chamar-vos o Brasil.
(Refrão)

7
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil:
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

(Refrão)

8
Mostra Pedro a vossa fronte
Alma intrépida e viril:
Tende nele o Digno Chefe
Deste Império do Brasil.
Tende nele o Digno Chefe
Tende nele o Digno Chefe
Deste Império do Brasil.
(Refrão)

9
Parabéns, oh Brasileiros,
Já com garbo varonil
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.
Do Universo entre as Nações
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.

(Refrão)

10
Parabéns; já somos livres;
Já brilhante, e senhoril
Vai juntar-se em nossos lares
A Assembléia do Brasil.
Vai juntar-se em nossos lares
Vai juntar-se em nossos lares
A Assembleia do Brasil.
(Refrão)


D. Pedro I é visto atualmente pelos brasileiros como um déspota arbitrário e absolutista que estava mais preocupado com as diversas amantes do que com o Brasil. Esta visão é fruto da propaganda realizada primeiramente pelos liberais federalistas contra o monarca e seguida mais tarde pelos republicanos para desacreditarem o período monárquico brasileiro.

Tal quadro viria a se modificar somente na década de 1950, quando o historiador Otávio Tarqüínio de Souza lançou em 1952 a obra biográfica "A vida de D. Pedro I". Sobre a visão histórica a respeito do primeiro Imperador brasileiro Oliveira Lima afirmou que:
"Foi até moda, que só passou com a República, difamar D. Pedro I e zombar o mais possível do bom Rei D. João VI, a quem o Brasil deve sua organização autônoma, suas melhores fundações de cultura e até seus devaneios de grandeza".

[…] "De D. Pedro I mil coisas se inventaram, entre elas uma deslealdade tão consumada que só parecia roubada aos tiranetes [pequenos tiranos] da Itália da Renascença".

No entanto, ao abdicar em 1831, o Brasil que D. Pedro deixou era a maior potência latino-americana. O Exército, com cerca de 24 mil homens, era tão bem equipado e preparado quanto os seus equivalentes europeus, apesar da diferença numérica. A Marinha detinha mais de oitenta modernos navios de guerra.As demais nações republicanas da América Latina sofriam com intermináveis guerras civis, golpes de Estado, ditaduras, desmembramentos territoriais e caudilhos disputando o poder pelas forças das armas.
O Brasil recebeu os seus primeiros investimentos em indústria, tendo o Estado criado incentivos governamentais em 1826.
Havia plena liberdade de imprensa, respeito às garantias individuais e as eleições ocorriam periodicamente sem interrupções.
A Constituição promulgada em 1824 sofreu uma única grande modificação em 1834 e perdurou por todo o Império e ao ser extinta em 1889, era a terceira mais antiga ainda em vigor no mundo.
Após a revolta da Confederação do Equador em 1824 e apesar das disputas entre as facções políticas, pelos próximos sete anos de reinado de D. Pedro I houve paz interna. Armitage afirmou que apesar "de todos os erros do Imperador, o Brasil durante os dez anos de sua administração fez certamente mais progressos em inteligência [desenvolvimento] do que nos três séculos decorridos do seu descobrimento à proclamação da Constituição portuguesa de 1820".
Contudo, o maior legado de D. Pedro I foi ter garantido a integridade territorial de um Império de proporções continentais, permitindo aos habitantes de regiões longínquas do norte na nascente do rio Ailã em Roraima, ao sul no arroio Chuí no Rio Grande do Sul, ao leste em Ponta do Seixas na Paraíba e a oeste na nascente do rio Moa no Acre considerarem-se hoje pertencentes a uma única nacionalidade: a brasileira.







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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

PROJETO FOLCLORE BRASILEIRO

PROFESSOR LAZARO LEITE

Nova Odessa ,Agosto de 2010


Projeto Folclore Brasileiro

Objetivo: Concientizar os alunos sobre a importância da cultura brasileira, suas tradições,seus costumes e suas raízes.

Os alunos das 5ª,6ª e 7ª séries do ensino fundamental,desenvolveram aulas expositivas, pesquisas em casa , exposição de trabalhos na escola, questionando sobre as crendices e superstição ,levando os alunos para o lado científico segmentos folclóricos como a história,músicas,danças,provérbios e brincadeiras.




Superstição ou Crendices

São explicações sem caráter científico comprovado fatos e acontecimentos naturais.
Veja alguns exemplos:

Coceira na Mão : Se a palma da mão esquerda coçar, é sinal de que vem vindo dinheiro. Mas se a palma da mão direita é que estiver coçando, uma visita desconhecida está para aparecer.

Orelha Quente : Se sua orelha esquentar de repente, é porque alguém está falando mal de você. Nesses casos, vá dizendo os nomes dos suspeitos até a orelha parar de arder. Para aumentar a eficiência do contra-ataque, morda o dedo mínimo da mão esquerda: o sujeito irá morder a própria língua.

Gato Preto : Na Idade Média, acreditavam-se que os gatos eram bruxas transformadas em animais. Por isso, a tradição diz que cruzar com um gato preto é azar na certa.

Espelho Quebrado : A superstição prega que serão sete anos de má sorte. Ficar se admirando num espelho quebrado é ainda pior - significa quebrar a própria alma. Ninguém deve se olhar também num espelho à luz de velas. Não permita ainda que outra pessoa se olhe no espelho ao mesmo tempo que você.











segunda-feira, 16 de agosto de 2010

DIA DO SARESP NA ESCOLA-16/08/2010






Dia do Saresp na Escola
O Dia do Saresp na Escola é o marco inicial de uma reflexão sobre os resultados do Saresp 2009, cujo desdobramento deve acontecer nos Horários de Trabalho Pedagógicos Coletivos (HTPC) subsequentes, conforme plano a ser elaborado pela própria escola.

Nesse dia, é possível cotejar os dados gerais e os resultados particulares de cada escola, no sentido de compreendê-los no seu contexto e transformá-los em propostas de intervenção que promovam a melhoria do processo de ensino-aprendizagem.

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo preparou quatro vídeos que falam sobre a importância do Saresp, seus conceitos estruturantes e analisam os dados da avaliação de 2009 em cada uma das disciplinas





sexta-feira, 6 de agosto de 2010

COMUNICADO REUNIÃO DOS PAIS




ATENÇÃO SENHORES PAIS, A REUNIÃO BIMESTRAL SERÁ DIA 7 DE AGOSTO DE 2010,SÁBADO,
MANHÃ - 8HS,
TARDE - 10HS,
NOITE - 13HS,

OBS: SERÁ ENTREGUE O KIT DE LIVROS DO "PROJETO APOIO AO SABER",
BOLETIM.








A ESCOLA DORTI AGRADECE A SUA PRESENÇA

sábado, 24 de julho de 2010

Bom recesso…

Bom recesso…


Bom recesso…


Aproveite seu recesso para se divertir e descansar! Curta sua família, seus amigos e volte cheio de energia! Afinal, você é a alma da nossa escola… Esperamos por você no dia 02 de Agosto!





Equipe Gestora

terça-feira, 29 de junho de 2010

Comédias pra se ler na escola ganham vida na releitura dos alunos da 8ª Série A.

Comédias pra se ler na escola

As crônicas de Fernando Veríssimo ganham vida na releitura dos alunos da 8ª Série A.

Fantoches, entonação, texto, tudo passou a ter um novo sentido, quando foi solicitado aos alunos que lessem o texto para apresentá-lo à sala.



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Estudantes de todo Brasil se reúnem no Grande Desafio da Unicamp. "Escola DORTI" participou.

http://www.tvb.com.br/videos/?v=5426



Escolas estaduais paulistas vencem desafio da UNICAMP
com projeto para o pré-sal

Estudantes de escolas de Campinas, Paulínia, Indaiatuba e Nova Odessa ganharam do 4º Grande Desafio da Unicamp com protótipo de equipamento para extração de petróleo no pré-sal

As escolas estaduais Júlio de Mesquita (Campinas), Profª Maria de Lurdes Stipp Steffen (Indaiatuba), Profª Dorti Zambello Calil (Nova Odessa) e General Porphyrio da Paz (Paulínia) venceram o 4º Desafio do Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), realizado domingo (27/06) no ginásio multidisciplinar da universidade. Os alunos desenvolveram um equipamento capaz de simular a extração de petróleo nas recém-descobertas camadas de pré-sal no litoral brasileiro. Participaram da competição estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas e privadas, assim como curiosos e aficionados por ciência de todo o País.

Aluna do 7º ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Júlio Mesquita de Freitas, Bárbara Barbosa Parreira, de 12 anos, participou pela primeira vez do desafio, integrando a equipe J.M. Formando Cientistas, campeã no quesito ‘Melhor Solução'. “Nós conseguimos desenvolver um equipamento com agulhas e seringas capaz de perfurar a areia e sugar o óleo sem que ele entre em contato com a água”, disse a estudante, que levou dois meses para desenvolver o projeto junto com a equipe. “Achei o desafio bem interessante. A gente aprendeu muito pesquisando sobre o assunto, desenvolvendo o projeto e colocando as ideias em prática”, salientou.

A premiação no quesito ‘Melhor Desempenho' foi para a equipe Maria de Lurdes, da EE Profª Maria de Lourdes Stipp Steffen. “Nós começamos o projeto errado, tivemos que recomeçar e acabamos desenvolvendo nosso equipamento em duas semanas e meia”, contou Gleiciele Carolina de Paula, de 14 anos, aluna do 9º ano do Ensino Fundamental da EE Profª Maria de Lourdes. “Mas foi bem legal. É um concurso que exercita a criatividade, o raciocínio. Valeu a pena participar”, disse.

A equipe Petrofísicos, da EE Profª Dorti Zambello Calil, foi a vencedora no quesito ‘Solução Mais Criativa'. “Construímos a maquete de uma plataforma de petróleo baseada na P50 da Petrobrás”, conta Rafael Lima de Oliveira, de 17 anos, aluno do 3º ano do Ensino Médio na EE Profª Dorti Zambello, que também participou do desafio pela primeira vez. “Valeu a conquista pelo empenho do grupo, principalmente porque a maioria das escolas participantes era particular”, ressaltou o estudante.

Já a equipe ‘Cientista Louco', da EE General Porphyrio da Paz, ficou com uma premiação adicional, no quesito ‘Equipe Comunitária', como a que melhor contribuiu com informações para o blog do Desafio. “No ano passado também ganhamos nesta categoria”, disse Kaio Shinji Hashimoto, de 14 anos, aluno do 9º ano do Ensino Fundamental da EE General Porphyrio. Para ele, o desafio também é uma forma de aprender a trabalhar em equipe. “É um exercício de cooperação, de trabalho em grupo, no qual é importante saber ouvir a opinião dos outros, o que influencia muito no resultado final”, aponta Kaio.

Formadas por até seis componentes, as equipes disputaram as categorias Ensino Fundamental I (6º e 7º anos), Ensino Fundamental II (8º e 9º anos), Ensino Médio e Categoria Livre. A avaliação dos grupos levou em consideração a criatividade, apresentação, desempenho e processo de desenvolvimento, e a premiação foi baseada nos quesitos ‘Solução mais criativa', ‘Melhor trabalho em equipe', ‘Melhor desempenho', ‘Melhor solução' e ‘Super Solução'.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

ESCOLA DORTI VENCE O 4º DESAFIO DA UNICAMP 2010



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Os PetroFísicos - Prof. Fábio (Física), Joana, Jennyfer, Paula, Rafael, Jeferson e Fabrício.


Fazendo os últimos reparos antes da apresentação.


Revendo a apresentação antes da entrevista.


Sendo entrevistados pelos avaliadores.


Os alunos fazendo apresentação.