O TRABALHO FOI REALIZADO PELOS ALUNOS DAS PRIMEIRA SÉRIES DO ENSINO MÉDIO ,ORIENTADOS PELA PROFESSORA ANA MARIA ,DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA ,COM O OBJETIVO DOS ALUNOS CRIAREM POEMAS E MÚSICAS BASEADOS NO POEMA DE CAMÕES.
DIRETORA -GILDA VICE-DIRETORA -DALVA PROFESSOR COORDENADOR ENSINO MÉDIO- FRANCIS - PROFESSORA COORDENADORA ENSINO FUNDAMENTAL -DENISE
terça-feira, 25 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
ATIVIDADES CONTRA O VÍRUS INFLUENZA A (H1N1) NA ESCOLA DORTI
As Atividades estão sendo realizadas pelos professores coordenadores Francis e Gedalva,além dos professores da área de Ciências, Edna e Roberto e o professor de Biologia Osmar.A Orientação é dada a todos os professores, funcionários, pais e alunos de todas a séries do Ensino Fundamental, Médio e EJA ( Ensino de jovens e adultos), com palestras sobre formas de se prevenir contra toda possível forma de contaminação do vírus da gripe suína H1N1.













segunda-feira, 17 de agosto de 2009
RETORNO DAS AULAS !!!!!
RETORNO DAS AULAS !!!!!
Atenção Professores…
Segunda-feira, 17/08/2009, retornaremos nossas atividades escolares em período de aula normal.
BOM RETORNO A TODOS!!!
Atenção Professores…
Segunda-feira, 17/08/2009, retornaremos nossas atividades escolares em período de aula normal.
BOM RETORNO A TODOS!!!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
APRENDENDO SOBRE FONTES HISTÓRICAS
domingo, 9 de agosto de 2009
SOBRE REPOSIÇÃO DAS AULAS
> >> Segundo despacho do Presidente do Cons. Estadual de Educação de SP, de>> 7-8-2009 (Processo CEE Nº: 532/2009) não haverá reposição de aulas>>>> http://jacmar4.spaces.live.com/blog/cns!6D49F666AD3A82DB!1276.entry>>>> Uêba!>>>> -- >>>> Prof. José Carlos Antonio>> http://www.profjc.net>>>>>agosto de 2009CONSELHO ESTADUAL DA EDUCAÇÃO Processo CEE Nº: 532/2009CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃODespacho do Presidente, de 7-8-2009Processo CEE Nº: 532/2009Interessado: Conselho Estadual de EducaçãoAssunto: Orientação às escolas quanto à reorganização dos calendários escolares Relator: Conselheiro Francisco José CarbonariResolvo, por motivo de urgência, aprovar "ad referendum" do Conselho Pleno, a Indicação CEE 91/2009."1 - As atividades escolares de todas as instituições integrantes do sistema estadual de ensino, como é de notório conhecimento público, foram impactadas pelas orientações das autoridades sanitárias para minimizarmos os riscos de disseminação da Gripe a (H1N1).2 - Não cabe a este Conselho, fazer qualquer comentário a respeito dos assuntos relativos à área da Saúde. No entanto, entendemos ser de nossa responsabilidade a orientação ao conjunto de escolas, quanto à reorganização dos calendários escolares afetados em decorrência desta situação que, desde já, consideramos emergencial.3 - a manifestação deste Colegiado é particularmente importante por conta do quadro normativo relacionado ao cumprimento obrigatório dos mínimos de atividades escolares. O Artigo 24 da Lei 9394/96, garantiu velha aspiração dos educadores, fixando que a educação básica, nos níveis fundamental e médio, teriam "carga horária mínima anual de 800 horas, distribuídas por um mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar". A respeito desses mínimos e dos conceitos neles contidos tanto este Conselho como o Conselho Nacional de Educação, tem pareceres esclarecedores e que podem ser utilizados como referência para as situações ordinárias. Basicamente o que cabe reiterar é que os dois parâmetros não podem ser desprezados, salvo em situações emergenciais (quando o problema atinge o sistema como um todo) ou excepcionalmente (em casos isolados), sempre mediante expressa manifestação do órgão normativo do sistema.4 - no caso desta situação emergencial em que a interrupção das atividades escolares se deu no reinício do 2º semestre, sem que se pudesse contar com os dias das férias (ou recesso) do mês de julho, as instituições de ensino sejam elas da rede estadual, das redes municipais e da rede privada, devem reprogramar as atividades escolares, de forma a assegurar que os objetivos educacionais propostos possam ser alcançados, sem que contabilmente as atividades sejam distribuídas pelo mesmo número de dias previsto no Calendário original.5 - Sabidamente os calendários escolares, relativos ao 2º semestre, já previam atividades até o final do ano civil e, assim, não sobram muitas alternativas para prorrogá-las de forma a avançar no terço final do mês de dezembro, apenas para satisfazer formalmente um número mínimo de dias. Assim, reiteramos tratar-se de situação emergencial, portanto, os calendários refeitos poderão prever o reescalonamento das atividades ainda que a distribuição das atividades ocorra em número de dias menor que o anteriormente definido. Para as escolas da rede privada, os calendários refeitos deverão ser remetidos até o dia 31 de agosto à Diretoria de Ensino, para serem aditados "ex-oficio" aos Planos Escolares. "As escolas da rede estadual devem aguardar instruções da Secretaria de Estado da Educação".Resumo do Comunicado de Diligência para cumprimentodo prazo dado em seus ofícios.Proc. CEE 587/2000 - Faculdades Associadas de Ensino/SãoJoão da Boa VistaProc. CEE 25/2003 - Faculdade de Filosofia, Ciências eLetras de IbitingaProc. CEE 18/2008 - Faculdades Integradas de JaúProc. CEE 19/2008 - Faculdades Integradas de JaúProc. CEE 493/2000 - Escola de Engenharia de PiracicabaProc. CEE 657/2008 - Centro Estadual de EducaçãoTecnológica Paula SouzaProc. CEE 635/2008 - Centro Estadual de EducaçãoTecnológica Paula SouzaProc. CEE 1313/1988 - Imes de São ManuelProc. CEE 317/2009 - Faculdades AdamantinensesIntegradasProc. CEE 264/2009 - Centro Educacional Paulo NathanaelProc. CEE 358/2009 - Escola Politécnica de Cubatão - CienProc. CEE 285/2009 - Centro Universitário das FaculdadesAssociadas de Ensino - UnifaeOfício AT 92/2009 - Faculdades AdamantinensesIntegradasFonte: http://www.imprensaoficial.com.br/PortalIO/DO/BuscaDO2001Documento_11_4.aspx?link=/2009/executivo%2520secao%2520i/agosto/08/pag_0037.pdf&pagina=37&data=08/08/2009&caderno=Executivo%20I sábado, 8 de agosto de 2009 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 119 (147) - 37 >
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
ATENÇÃO ALUNOS-GRIPE-INFLUENZA A (H1N1)- RETORNO AS AULAS DIA 17 DE AGOSTO
ADIAMENTO DA VOLTA ÀS AULAS
A Secretaria de Estado da Educação, por recomendação da Secretaria de Estado da Saúde, determina que a volta às aulas do segundo semestre seja adiada para o dia 17 de agosto. As escolas que já tiveram retomado as aulas deverão suspendê-las até a referida data.
O governo do Estado tomou esta decisão para tentar reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1.
No último dia 8, a secretaria de Estado da Educação realizou uma videoconferência para os 210 mil professores da rede para orientar os docentes sobre a doença e como evitá-la no ambiente escolar.
Até o momento não foram registrados casos de gripe suína na rede estadual de ensino.
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/guia_bolso_prevencao_controle_28jul09.pdf
http://www.educacao.sp.gov.br/arquivos/GripeA.pdf
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534
Notícias
Influenza A (H1N1): número de vítimas aumenta a cada dia
Brasil tem 885 casos confirmados da nova gripe. Em todo o mundo, já são quase 90 mil vítimas.Esta é a primeira pandemia de Influenza do século XXI. Saiba mais na videoconferência de 08/07, às 14h.
Videoconferência “O que você precisa saber sobre o Influenza A(H1N1)”
Data: 08/07/2009
das 14h às 15h30
Desde abril, quando foi registrado o primeiro caso da gripe Influenza A (H1N1) no México, 89.921 pessoas foram infectadas por essa nova gripe em todo o mundo. O dado foi divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no último dia 03 de julho.
Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde confirma 885 registros de contaminação. Só no domingo, 05 de julho, foram confirmados outros 73 novos casos. Embora a mortalidade da Influenza A seja em torno de 0,4%, semelhante à gripe comum e considerada baixa pela OMS, o alerta de pandemia continua.
Enquanto não surge vacina para evitar a disseminação do vírus, alguns cuidados são necessários para evitar o contágio. Para debater e se informar sobre o assunto, supervisores de ensino, professores, coordenadores e diretores assistiram à videoconferência.
As videoconferencistas foram Eleuza Guazzelli, da assessoria técnica da CENP; e Dra. Telma Regina Carvalhanas, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde.
A videoconferência pode ser assistida, em vídeo, na Videoteca deste site. Para vê-la clique no botão acima, à direita, no “Videoconferência – Assista à gravação”.
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Not%C3%ADciasConte%C3%BAdo/tabid/369/language/pt-BR//IDNoticia/787/Default.aspx
A Secretaria de Estado da Educação, por recomendação da Secretaria de Estado da Saúde, determina que a volta às aulas do segundo semestre seja adiada para o dia 17 de agosto. As escolas que já tiveram retomado as aulas deverão suspendê-las até a referida data.
O governo do Estado tomou esta decisão para tentar reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1.
No último dia 8, a secretaria de Estado da Educação realizou uma videoconferência para os 210 mil professores da rede para orientar os docentes sobre a doença e como evitá-la no ambiente escolar.
Até o momento não foram registrados casos de gripe suína na rede estadual de ensino.
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/guia_bolso_prevencao_controle_28jul09.pdf
http://www.educacao.sp.gov.br/arquivos/GripeA.pdf
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534
Notícias
Influenza A (H1N1): número de vítimas aumenta a cada dia
Brasil tem 885 casos confirmados da nova gripe. Em todo o mundo, já são quase 90 mil vítimas.Esta é a primeira pandemia de Influenza do século XXI. Saiba mais na videoconferência de 08/07, às 14h.
Videoconferência “O que você precisa saber sobre o Influenza A(H1N1)”
Data: 08/07/2009
das 14h às 15h30
Desde abril, quando foi registrado o primeiro caso da gripe Influenza A (H1N1) no México, 89.921 pessoas foram infectadas por essa nova gripe em todo o mundo. O dado foi divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no último dia 03 de julho.
Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde confirma 885 registros de contaminação. Só no domingo, 05 de julho, foram confirmados outros 73 novos casos. Embora a mortalidade da Influenza A seja em torno de 0,4%, semelhante à gripe comum e considerada baixa pela OMS, o alerta de pandemia continua.
Enquanto não surge vacina para evitar a disseminação do vírus, alguns cuidados são necessários para evitar o contágio. Para debater e se informar sobre o assunto, supervisores de ensino, professores, coordenadores e diretores assistiram à videoconferência.
As videoconferencistas foram Eleuza Guazzelli, da assessoria técnica da CENP; e Dra. Telma Regina Carvalhanas, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde.
A videoconferência pode ser assistida, em vídeo, na Videoteca deste site. Para vê-la clique no botão acima, à direita, no “Videoconferência – Assista à gravação”.
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Not%C3%ADciasConte%C3%BAdo/tabid/369/language/pt-BR//IDNoticia/787/Default.aspx
quinta-feira, 16 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
HTPC 22 A 24 DE JUNHO 2009
Síntese do trabalho
Tema: Preservação do folclore nacional
Objetivo: Socializar os alunos; promover a integração entre alunos e professores; conhecer a história das festas juninas e os elementos que a compõem; desenvolver o interesse e o gosto pela tradição Como chegar lá: Reunião com os representantes de classe para falar sobre a festa junina. Expor a idéia e peça a colaboração de todos os alunos. Estimular a opinar sobre o projeto e aceitar as sugestões. Isso valoriza a participação deles. Levar livros e outros materiais sobre o assunto para a sala de aula como forma de apresentar costumes e tradições.
"Dicas para organizar uma festa junina educativa" no site da uol e, caso vocês não tenham visto, fica a dica. Segue o texto que é direcionado do site da Uol para o Educar para Crescer."Pé de moleque, canjica, curau, pamonha, bolo de milho, quentão, bandeirinhas, fogueira, chapéu de palha, sanfona e arraiá. Sim, estamos falando de festa junina. Todo mês de junho é assim: tiramos do armário as camisas xadrez e os vestidos de chita, pintamos sardinhas nas meninas e bigodinhos nos meninos e vamos satisfeitos para a festa na escola, pensando em todos os quitutes deliciosos que nos aguardam.Esquecemos o principal: o significado da festa. Você conhece as origens das festas juninas? Sabe por que comemos tantas iguarias de milho e de onde vêm as danças? E o colégio do seu filho, aproveita as festas juninas para preencher buracos na grade horária e engordar o caixa ou utiliza os festejos para ensinar alguma coisa para os alunos?Embora seja uma tradição consagrada e rica da cultura popular, muitas escolas organizam festas de São João, Santo Antonio e São Pedro que pouco, ou nada, contribuem para a aprendizagem dos alunos. O Educar Para Crescer consultou alguns pedagogos e um antropólogo e elencou algumas dicas para garantir que a sua festa junina seja uma verdadeira aula.1. Procurar o sentido original da festaQual a origem da festa junina? Descobrir isso pode ser o primeiro passo para a contextualização da festa. E é importante motivar os alunos a buscarem esta resposta. Saber que a tradição vem dos festejos de agradecimento aos santos pela colheita do meio do ano e que, por isso, a maioria dos quitutes é feita de milho, por exemplo, pode despertar neles o interesse pela história. "É necessário recuperar o porquê da tradição da quadrilha, das comidas, da fogueira, para que a festa junina não vire uma mera caricatura do mundo da roça", diz o antropólogo Jadir de Morais Pessoa, professor titular da Universidade Federal de Goiás, especialista em folclore.2. Descaricaturizar o homem do campoHomem do campo não é Jeca Tatu. É importante apresentar o campo de uma nova maneira. Tirar o olhar de deboche sobre o caipira, manifesto muitas vezes pelas roupas exageradas ou por posturas imbecilizadas. "Trazer uma pessoa da roça para contar dos saberes, descaricaturizar o homem rural. Festejá-lo como sujeito portador de saberes", indica o antropólogo Jadir de Moraes.3. Resgatar as manifestações culturaisUm dos elementos mais importantes das festas juninas são as danças e as músicas populares. Muitas escolas contratam profissionais especializados em cultura popular para valorizar e aprofundar esse universo e desenvolver com os alunos as danças e as canções típicas. Elas não se limitam a contratar sanfoneiros e conjuntos para meras apresentações, fazem mais: colocam os alunos para dançar e até para criar as músicas. "No colégio Vera Cruz, trabalhamos há 10 anos danças típicas de todo o Brasil. As crianças de 5 anos apresentam a "Congada", dança de Minas Gerais; as de 6 anos dançam o "Bumba meu Boi", do Maranhão; e as de 7 anos fazem a tradicional quadrilha", conta Elizabeth Menezes, professora de educação corporal do colégio Vera Cruz.A festa junina pode ser ótima oportunidade também para apresentar novos instrumentos musicais para as crianças.No Vera Cruz, a professora traz instrumentos folclóricos como a caixa do Divino Espírito Santo, a matraca, os gungas e os chocalhos. "O mais lindo é ver o quanto os alunos aprendem. Esse ano um aluno criou uma música que nós vamos utilizar na dança: "Um triângulo, dois quadrados, céu e terra, sol e chuva formam o planeta terra de todo mundo", emociona-se a professora, cantando a canção do aluno Theo Vendramini Sampaio.4. Envolver os estudantes no assuntoComo motivar os estudantes e trazê-los para o projeto? A escola Viva, de São Paulo, utilizou, neste ano, um recurso muito simples: fixou painéis por toda a escola. Os cartazes, confeccionados pelos próprios alunos, traziam curiosidades e atraiam a atenção para o evento. "Foi uma maneira de despertar a atenção nos mais novos. Os painéis traziam informações do tipo: você sabe por que tem fogueira na festa junina? Além disso, traziam fotos dos professores em festas juninas, quando crianças. A brincadeira era adivinhar quem era o professor",
5. Trazer os alunos para a preparação da festaAs festas juninas escolares devem ser feitas por e para os alunos. O objetivo é estimular o senso de autonomia e de cooperação, reforçando a importância do trabalho comunitário na escola. Para isso, é importante envolver os estudantes em todo o processo, desde a confecção dos estandartes e bandeirinhas à organização das brincadeiras. "Todos os alunos estão envolvidos na organização da festa. Mas alguns têm responsabilidades maiores. Eles coordenam os preparativos, fazem reuniões com a diretoria, apresentam relatórios e tem autonomia para decidir", afirma Wanilda Tieppo, assistente de direção da escola da Vila."
Marcadores: Educação no Brasil, ensinar, escola, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, motivação, Plano de Aula, sala de aula
Tema: Preservação do folclore nacional
Objetivo: Socializar os alunos; promover a integração entre alunos e professores; conhecer a história das festas juninas e os elementos que a compõem; desenvolver o interesse e o gosto pela tradição Como chegar lá: Reunião com os representantes de classe para falar sobre a festa junina. Expor a idéia e peça a colaboração de todos os alunos. Estimular a opinar sobre o projeto e aceitar as sugestões. Isso valoriza a participação deles. Levar livros e outros materiais sobre o assunto para a sala de aula como forma de apresentar costumes e tradições.
"Dicas para organizar uma festa junina educativa" no site da uol e, caso vocês não tenham visto, fica a dica. Segue o texto que é direcionado do site da Uol para o Educar para Crescer."Pé de moleque, canjica, curau, pamonha, bolo de milho, quentão, bandeirinhas, fogueira, chapéu de palha, sanfona e arraiá. Sim, estamos falando de festa junina. Todo mês de junho é assim: tiramos do armário as camisas xadrez e os vestidos de chita, pintamos sardinhas nas meninas e bigodinhos nos meninos e vamos satisfeitos para a festa na escola, pensando em todos os quitutes deliciosos que nos aguardam.Esquecemos o principal: o significado da festa. Você conhece as origens das festas juninas? Sabe por que comemos tantas iguarias de milho e de onde vêm as danças? E o colégio do seu filho, aproveita as festas juninas para preencher buracos na grade horária e engordar o caixa ou utiliza os festejos para ensinar alguma coisa para os alunos?Embora seja uma tradição consagrada e rica da cultura popular, muitas escolas organizam festas de São João, Santo Antonio e São Pedro que pouco, ou nada, contribuem para a aprendizagem dos alunos. O Educar Para Crescer consultou alguns pedagogos e um antropólogo e elencou algumas dicas para garantir que a sua festa junina seja uma verdadeira aula.1. Procurar o sentido original da festaQual a origem da festa junina? Descobrir isso pode ser o primeiro passo para a contextualização da festa. E é importante motivar os alunos a buscarem esta resposta. Saber que a tradição vem dos festejos de agradecimento aos santos pela colheita do meio do ano e que, por isso, a maioria dos quitutes é feita de milho, por exemplo, pode despertar neles o interesse pela história. "É necessário recuperar o porquê da tradição da quadrilha, das comidas, da fogueira, para que a festa junina não vire uma mera caricatura do mundo da roça", diz o antropólogo Jadir de Morais Pessoa, professor titular da Universidade Federal de Goiás, especialista em folclore.2. Descaricaturizar o homem do campoHomem do campo não é Jeca Tatu. É importante apresentar o campo de uma nova maneira. Tirar o olhar de deboche sobre o caipira, manifesto muitas vezes pelas roupas exageradas ou por posturas imbecilizadas. "Trazer uma pessoa da roça para contar dos saberes, descaricaturizar o homem rural. Festejá-lo como sujeito portador de saberes", indica o antropólogo Jadir de Moraes.3. Resgatar as manifestações culturaisUm dos elementos mais importantes das festas juninas são as danças e as músicas populares. Muitas escolas contratam profissionais especializados em cultura popular para valorizar e aprofundar esse universo e desenvolver com os alunos as danças e as canções típicas. Elas não se limitam a contratar sanfoneiros e conjuntos para meras apresentações, fazem mais: colocam os alunos para dançar e até para criar as músicas. "No colégio Vera Cruz, trabalhamos há 10 anos danças típicas de todo o Brasil. As crianças de 5 anos apresentam a "Congada", dança de Minas Gerais; as de 6 anos dançam o "Bumba meu Boi", do Maranhão; e as de 7 anos fazem a tradicional quadrilha", conta Elizabeth Menezes, professora de educação corporal do colégio Vera Cruz.A festa junina pode ser ótima oportunidade também para apresentar novos instrumentos musicais para as crianças.No Vera Cruz, a professora traz instrumentos folclóricos como a caixa do Divino Espírito Santo, a matraca, os gungas e os chocalhos. "O mais lindo é ver o quanto os alunos aprendem. Esse ano um aluno criou uma música que nós vamos utilizar na dança: "Um triângulo, dois quadrados, céu e terra, sol e chuva formam o planeta terra de todo mundo", emociona-se a professora, cantando a canção do aluno Theo Vendramini Sampaio.4. Envolver os estudantes no assuntoComo motivar os estudantes e trazê-los para o projeto? A escola Viva, de São Paulo, utilizou, neste ano, um recurso muito simples: fixou painéis por toda a escola. Os cartazes, confeccionados pelos próprios alunos, traziam curiosidades e atraiam a atenção para o evento. "Foi uma maneira de despertar a atenção nos mais novos. Os painéis traziam informações do tipo: você sabe por que tem fogueira na festa junina? Além disso, traziam fotos dos professores em festas juninas, quando crianças. A brincadeira era adivinhar quem era o professor",
5. Trazer os alunos para a preparação da festaAs festas juninas escolares devem ser feitas por e para os alunos. O objetivo é estimular o senso de autonomia e de cooperação, reforçando a importância do trabalho comunitário na escola. Para isso, é importante envolver os estudantes em todo o processo, desde a confecção dos estandartes e bandeirinhas à organização das brincadeiras. "Todos os alunos estão envolvidos na organização da festa. Mas alguns têm responsabilidades maiores. Eles coordenam os preparativos, fazem reuniões com a diretoria, apresentam relatórios e tem autonomia para decidir", afirma Wanilda Tieppo, assistente de direção da escola da Vila."
Marcadores: Educação no Brasil, ensinar, escola, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, motivação, Plano de Aula, sala de aula
quinta-feira, 18 de junho de 2009
ATINGINDO OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
HTPC de 01 a 05 de junho de 2009.
ATINGINDO OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Os mecanismos para atingir objetivos de aprendizagem podem ser organizados de três modos:
Competitivamente: alunos competem uns com os outros para descobrir que é o melhor ou mais rápido na conquista de um objetivo que apenas um ou poucos podem alcançar.
Individualmente: alunos trabalham sozinhos para alcançar objetivos sem relação com os outros.
Cooperativamente: alunos trabalham em conjunto para alcançar o mesmo objetivo.
Os mecanismos competitivos, individualistas ou cooperativos têm todos eles um papel na conquista de objetivos de aprendizagem. O ideal é que cada aluno aprenda como competir, trabalhar individualmente e em equipe.
FORMANDO GRUPOS OU PARES DE COOPERAÇÃO
Estudantes do século XXI são encorajados a alcançar seus objetivos de aprendizagem por meio de um trabalho de cooperação nas salas de aula. Cooperação envolve trabalho em equipe – trabalhar com uma ou mais pessoas para estabelecer objetivos e completar tarefas. Pesquisas indicam que a cooperação propicia oportunidades para que os alunos tenham maior sucesso acadêmico no sentido de que façam perguntas, discutam idéias, explorem soluções, esclareçam seu próprio pensamento e desenvolvam uma compreensão mais aprofundada do contexto. Da mesma forma, habilidades sociais, tais como saber ouvir e falar, compartilhar idéias, ajudar os outros e aceitar ajuda de outros quando necessário, podem ser adquiridas por meio de cooperação.
Grupos de cooperação ou pares podem ser formados da seguinte maneira:
- pelos próprios alunos com base na amizade ou interesses;
- por designação aleatória;
- pelo professor.
A orientação mais indicada aos professores é para que designem pares de estudantes que fiquem juntos durante todas as atividades de uma unidade, com o objetivo de um aprender com o outro. Esforços para separar pares que não estejam trabalhando bem são frequentemente improdutivos. Modificar pares durante uma unidade não é recomendado, pois nega ao aluno a oportunidade de aprender as habilidades necessárias para resolver problemas por meio da cooperação.
MEDIANDO A COOPERAÇÃO
A cooperação pode não vir naturalmente para os alunos e pode requerer motivação, instrução direta e tempo de prática. Por exemplo, formas de trabalhar em equipe devem ser discutidas, incluindo respeitar a vez do outro, ouvir quando outros estão falando e ser responsável pelo próprio aprendizado.
Quando os alunos estão interagindo e trabalhando em conjunto, o professor deve garantir que:
- todos os membros do grupo participem e sintam-se incluídos;
- todos os membros do grupo concordem a respeito dos objetivos e dos planos para criar um produto;
- todos os membros do grupo trabalhem em suas atribuições para completar seu produto;
- todos os membros do grupo revisem seu trabalho juntos para ver se podem melhorá-lo;
- todos os membros do grupo falem a respeito do trabalho e se ajudem ao longo do processo;
Obs.: quando os alunos trabalham em grupo, conflitos podem surgir.
Questão: Os mecanismos de aprendizagem podem ser organizados em três modos: competitivamente, individualmente, cooperativamente. Quais seriam as vantagens e desvantagens de cada forma de alcançar objetivos de aprendizagem? Você tem uma maneira preferida para alcançar seus objetivos de aprendizagem? Por quê?
ATINGINDO OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Os mecanismos para atingir objetivos de aprendizagem podem ser organizados de três modos:
Competitivamente: alunos competem uns com os outros para descobrir que é o melhor ou mais rápido na conquista de um objetivo que apenas um ou poucos podem alcançar.
Individualmente: alunos trabalham sozinhos para alcançar objetivos sem relação com os outros.
Cooperativamente: alunos trabalham em conjunto para alcançar o mesmo objetivo.
Os mecanismos competitivos, individualistas ou cooperativos têm todos eles um papel na conquista de objetivos de aprendizagem. O ideal é que cada aluno aprenda como competir, trabalhar individualmente e em equipe.
FORMANDO GRUPOS OU PARES DE COOPERAÇÃO
Estudantes do século XXI são encorajados a alcançar seus objetivos de aprendizagem por meio de um trabalho de cooperação nas salas de aula. Cooperação envolve trabalho em equipe – trabalhar com uma ou mais pessoas para estabelecer objetivos e completar tarefas. Pesquisas indicam que a cooperação propicia oportunidades para que os alunos tenham maior sucesso acadêmico no sentido de que façam perguntas, discutam idéias, explorem soluções, esclareçam seu próprio pensamento e desenvolvam uma compreensão mais aprofundada do contexto. Da mesma forma, habilidades sociais, tais como saber ouvir e falar, compartilhar idéias, ajudar os outros e aceitar ajuda de outros quando necessário, podem ser adquiridas por meio de cooperação.
Grupos de cooperação ou pares podem ser formados da seguinte maneira:
- pelos próprios alunos com base na amizade ou interesses;
- por designação aleatória;
- pelo professor.
A orientação mais indicada aos professores é para que designem pares de estudantes que fiquem juntos durante todas as atividades de uma unidade, com o objetivo de um aprender com o outro. Esforços para separar pares que não estejam trabalhando bem são frequentemente improdutivos. Modificar pares durante uma unidade não é recomendado, pois nega ao aluno a oportunidade de aprender as habilidades necessárias para resolver problemas por meio da cooperação.
MEDIANDO A COOPERAÇÃO
A cooperação pode não vir naturalmente para os alunos e pode requerer motivação, instrução direta e tempo de prática. Por exemplo, formas de trabalhar em equipe devem ser discutidas, incluindo respeitar a vez do outro, ouvir quando outros estão falando e ser responsável pelo próprio aprendizado.
Quando os alunos estão interagindo e trabalhando em conjunto, o professor deve garantir que:
- todos os membros do grupo participem e sintam-se incluídos;
- todos os membros do grupo concordem a respeito dos objetivos e dos planos para criar um produto;
- todos os membros do grupo trabalhem em suas atribuições para completar seu produto;
- todos os membros do grupo revisem seu trabalho juntos para ver se podem melhorá-lo;
- todos os membros do grupo falem a respeito do trabalho e se ajudem ao longo do processo;
Obs.: quando os alunos trabalham em grupo, conflitos podem surgir.
Questão: Os mecanismos de aprendizagem podem ser organizados em três modos: competitivamente, individualmente, cooperativamente. Quais seriam as vantagens e desvantagens de cada forma de alcançar objetivos de aprendizagem? Você tem uma maneira preferida para alcançar seus objetivos de aprendizagem? Por quê?
HOWARD GARDNER E AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
HTPC 18/05/2009
Desde a última década, um número crescente de educadores tem adotado a teoria de inteligências múltiplas de Howard Gardner. As inteligências lógico/matemática e lingüística – as duas maneiras de pensar mais valorizadas na escola – são apenas duas das oito inteligências descritas por Gardner. De acordo com a pesquisa biológica e cultural de Gardner, as outras seis inteligências são: espacial, musical, corporal-cinestésica, interpessoal e naturalista.
Lógico-Matemática
Habilidade de detectar padrões, deduzir e pensar logicamente. Essa inteligência é frequentemente ligada ao pensamento científico e matemático.
Linguistica
Domínio da língua. Esta inteligência inclui a habilidade de expressão retórica e poética através da manipulação eficaz da linguagem. Também permite utilizar a língua como forma de recordar informações.
Espacial
Habilidade de manipular e criar imagens mentais a fim de resolver problemas. Esta inteligência não está limitada ao domínio visual.
Musical
Capacidade de reconhecer e compor tonalidades, afinações e ritmos.
Corporal-cinestésica
Habilidade de usar as capacidades mentais para coordenar movimentos físicos. Essa inteligência questiona a crença popular de que as atividades mental e física não estão relacionadas. (ERIC, 1996, p.2).
Intrapessoal
Capacidade de notar distinções entre os outros, em particular contrastes de humor, temperamentos, motivações e intenções (Gardner, 1993, p. 42).
Interpessoal
Acesso aos sentimentos, habilidade de expor uma gama de emoções. Capacidade de discriminar emoções e eventualmente utilizá-las para compreender e orientar o próprio comportamento (Gardner, 1993, p. 44).
Naturalista
Habilidade no reconhecimento e classificação de plantas e animais. As mesmas habilidades de observação, coleta e classificação também podem ser aplicadas no ambiente “humano” (Campbell, 2003, p. 84).
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: GARDNER, H. (1993). MULTIPLE INTELLIGENCES: THE THEORY IN PRACTICE. NEW YORK: HARPER COLLINS.
QUESTÃO: AS OITO INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS DE GARDNER, SÃO CITADAS COMO AS MAIS IMPORTANTES DE SUA PESQUISA BIOLÓGICA E CULTURAL. DENTRE ELAS, ESTÃO AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS LÓGICO/MATEMÁTICA E LINGUISTICA, DUAS MANEIRAS DE PENSAR MAIS VALORIZADAS DA ESCOLA. PARTINDO DESSA AFIRMAÇÃO, COMENTE AS DIFICULDADES ENCONTRADAS PARA DESENVOLVER ESSAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS COM OS SEUS ALUNOS.
Desde a última década, um número crescente de educadores tem adotado a teoria de inteligências múltiplas de Howard Gardner. As inteligências lógico/matemática e lingüística – as duas maneiras de pensar mais valorizadas na escola – são apenas duas das oito inteligências descritas por Gardner. De acordo com a pesquisa biológica e cultural de Gardner, as outras seis inteligências são: espacial, musical, corporal-cinestésica, interpessoal e naturalista.
Lógico-Matemática
Habilidade de detectar padrões, deduzir e pensar logicamente. Essa inteligência é frequentemente ligada ao pensamento científico e matemático.
Linguistica
Domínio da língua. Esta inteligência inclui a habilidade de expressão retórica e poética através da manipulação eficaz da linguagem. Também permite utilizar a língua como forma de recordar informações.
Espacial
Habilidade de manipular e criar imagens mentais a fim de resolver problemas. Esta inteligência não está limitada ao domínio visual.
Musical
Capacidade de reconhecer e compor tonalidades, afinações e ritmos.
Corporal-cinestésica
Habilidade de usar as capacidades mentais para coordenar movimentos físicos. Essa inteligência questiona a crença popular de que as atividades mental e física não estão relacionadas. (ERIC, 1996, p.2).
Intrapessoal
Capacidade de notar distinções entre os outros, em particular contrastes de humor, temperamentos, motivações e intenções (Gardner, 1993, p. 42).
Interpessoal
Acesso aos sentimentos, habilidade de expor uma gama de emoções. Capacidade de discriminar emoções e eventualmente utilizá-las para compreender e orientar o próprio comportamento (Gardner, 1993, p. 44).
Naturalista
Habilidade no reconhecimento e classificação de plantas e animais. As mesmas habilidades de observação, coleta e classificação também podem ser aplicadas no ambiente “humano” (Campbell, 2003, p. 84).
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: GARDNER, H. (1993). MULTIPLE INTELLIGENCES: THE THEORY IN PRACTICE. NEW YORK: HARPER COLLINS.
QUESTÃO: AS OITO INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS DE GARDNER, SÃO CITADAS COMO AS MAIS IMPORTANTES DE SUA PESQUISA BIOLÓGICA E CULTURAL. DENTRE ELAS, ESTÃO AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS LÓGICO/MATEMÁTICA E LINGUISTICA, DUAS MANEIRAS DE PENSAR MAIS VALORIZADAS DA ESCOLA. PARTINDO DESSA AFIRMAÇÃO, COMENTE AS DIFICULDADES ENCONTRADAS PARA DESENVOLVER ESSAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS COM OS SEUS ALUNOS.
ACEITANDO MUDANÇAS
Mudanças são um fenômeno natural, goste você delas ou não. Independentemente do que são desejadas ser, elas rompem o estado normal dos acontecimentos. Esse rompimento é um elemento essencial para o crescimento. Olhe o quadro abaixo. Pense sobre os vários estágios da mudança.
Estágio de Mudança
Descrição do Estágio
Percepção
As pessoas tiveram contato com a mudança. Elas sabem sobre o fato superficialmente, sem muitos detalhes.
As pessoas devem aprender sobre as mudanças antes de aceitá-las
Preparação
As pessoas estão muito envolvidas na decisão e delineamento das mudanças em si e dos novos comportamentos que serão necessários.
Implementação
As mudanças são postas em prática.
Adoção
Depois de vivenciar as mudanças, as pessoas as adotam e estão capacitadas o suficiente nos novos comportamentos para não necessitar de acompanhamento devido à rotina.
As pessoas aceitam e se comprometem com as mudanças.
Questão 1: Na atual Educação, estamos passando por um processo de constantes Mudanças. As pessoas precisam aprender sobre as Mudanças antes de aceitá-las?
Questão 2: Quais Mudanças na Educação você está de acordo e quais Mudanças você não aceita?
Estágio de Mudança
Descrição do Estágio
Percepção
As pessoas tiveram contato com a mudança. Elas sabem sobre o fato superficialmente, sem muitos detalhes.
As pessoas devem aprender sobre as mudanças antes de aceitá-las
Preparação
As pessoas estão muito envolvidas na decisão e delineamento das mudanças em si e dos novos comportamentos que serão necessários.
Implementação
As mudanças são postas em prática.
Adoção
Depois de vivenciar as mudanças, as pessoas as adotam e estão capacitadas o suficiente nos novos comportamentos para não necessitar de acompanhamento devido à rotina.
As pessoas aceitam e se comprometem com as mudanças.
Questão 1: Na atual Educação, estamos passando por um processo de constantes Mudanças. As pessoas precisam aprender sobre as Mudanças antes de aceitá-las?
Questão 2: Quais Mudanças na Educação você está de acordo e quais Mudanças você não aceita?
terça-feira, 16 de junho de 2009
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